Israel diz que vai tomar territórios na Faixa de Gaza se Hamas não libertar reféns; grupo terrorista rebate ameaças


O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, repetiu ameaças na quarta-feira de tomar território na Faixa de Gaza se o Hamas não libertar os reféns restantes que ainda mantém.
“Quanto mais o Hamas continuar se recusando a libertar nossos reféns, mais poderosa será a repressão que exerceremos”, disse Netanyahu em uma audiência no parlamento, que foi ocasionalmente interrompida por gritos de membros da oposição.
“Isso inclui tomar territórios e outras coisas”, disse ele.
No impasse sobre o cessar-fogo, forças de Israel voltam a bombardear Gaza por terra
Jornal Nacional/ Reprodução
Um ataque aéreo israelense em Khan Younis, no sul de Gaza, matou Salah al-Bardaweel, líder político do Hamas na noite de sábado (22). A informação foi confirmada pelo exército israelense no domingo (23). O ataque também matou a esposa de Bardaweel.
“Seu sangue, o de sua esposa e mártires, permanecerá alimentando a batalha de libertação e independência. O inimigo criminoso não vai quebrar nossa determinação e vontade”, disse o Hamas, segundo a Reuters.
Guerra de volta a Gaza
Hamas e Israel haviam firmado um acordo de cessar-fogo na região de Gaza em janeiro deste ano, dias antes da posse do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Menos de dois meses depois, entretanto, Israel voltou a bombardear Gaza.
Na última terça-feira (18), uma ofensiva mataou mais de 400 pessoas e deixou mais de 600 feridos, segundo autoridades palestinas.
O governo de Israel alegou que os terroristas do Hamas violaram o acordo sobre libertação dos 59 reféns que ainda estão sob poder do grupo — Israel estima que 35 deles estejam mortos.
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